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A influência dos youtubers nas crianças e jovens pode ter várias vertentes

Os pais devem estar preocupados com os conteúdos oferecidos a seus filhos por esses canais via internet

Para a psicopedagoga Regina Lima, professora e especialista em Psicopedagogia e Altas Habilidades pela UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro, é preciso ter cuidado com o tempo e monitoramento na qualidade do conteúdo consumido por crianças e jovens em canais de Youtubers. Segundo ela, os pais devem estar preocupados com os conteúdos oferecidos a seus filhos por esses canais via internet.

“Os pais não podem deixar de ter a preocupação de saber quais vídeos seus filhos estão experimentando e quais são os apreciados por eles. Estar à frente e tomar conhecimento do conteúdo que o vídeo veicula é cuidar e se preocupar com o que seu filho está recebendo e com a formação dele”, explica Regina Lima.


A especialista ressalta que os educadores também deverão ter um olhar com a preocupação no monitoramento, para que a informação e a promoção da criatividade sejam enriquecidas no ambiente escolar pelas tecnologias digitais, inteirando os estudantes sobre essa realidade. “Nessa cultura participativa, onde todos são convidados a fazer parte da circulação dos conteúdos ali postados, pais e educadores devem favorecer o emprego dessa utilidade de forma positiva e saudável”, sugere a psicopedagoga.

Regina Lima revela, no entanto, que o objetivo deve ser unir a família com os benefícios tecnológicos desse produto criativo. “Favorecer conhecimento a quem utiliza de uma forma prazerosa, com experiências satisfatórias, impulsiona o melhoramento, também, das interações sociais. O que é muito válido para todo ser humano”, destaca a especialista.


Regina Lima trabalhou por mais de 40 anos como coordenadora educacional e disciplinar lidando, ao longo desse período, diretamente com mais de 20.000 alunos. Liderou, por 12 anos um projeto que ajudou a educar crianças e adolescentes através de dinâmicas executadas em 24 disciplinas. É coautora do livro Inclusão Educacional - Pesquisa e Interfaces e associada à ABP - Associação Brasileira de Psicopedagogia.


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