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E quando o circo pega fogo... quem ganha é a literatura!

Descubra porque as protagonistas do livro da escritora carioca Lêda Maya nasceram com a ponta do nariz vermelha! Elas levam alegria, ensinam sobre amor ao próximo e também resgatam verdadeiros valores para às crianças


Narizalda e Narizelda não se conhecem. Moram em cidades diferentes, têm personalidades distintas e não sabem da existência uma da outra. O que as aproxima é uma característica em comum: a ponta do nariz vermelhinha, motivo pelo qual receberam esses nomes. Elas são as personagens principais da obra “Narizalda e Narizelda”, escrita pela orientadora educacional carioca Lêda Maya.



Voltado ao público infanto-juvenil, o livro é narrado pelo alegre e divertido Pipoca. Com o mantra “Eu posso esperar. Eu posso esperar. Tenho todo o tempo do mundo”, ele aguarda o melhor momento para revelar a ligação especial entre as personagens. Narizalda e Narizelda, na realidade, são irmãs gêmeas filhas do grande casal de palhaços Lili e Ventoinha, falecidos em um incêndio no Grande Circo Viramundo.

A partir de então, a professora Narizalda e a doutora Narizelda assumem de vez o “sangue” de palhaças que trazem nas veias e, ao exercitarem os seus maravilhosos dons “mágicos”, partem pelo mundo e levam alegria, conhecimento e saúde para as crianças necessitadas.

Repleta de ditados populares citados pelo narrador, a leitura retrata o processo de descoberta e autoconhecimento das protagonistas e ensina sobre empatia e amor a partir da relação com o ambiente profissional. Uma história divertida, alegre e emocionante para ser lida independentemente da idade.


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