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Pets e crianças: como ensinar as crianças sobre posse responsável?

No Dia Mundial da Infância, ROYAL CANIN® destaca os benefícios da relação humano-animal e faz um alerta sobre as responsabilidades dos tutores para uma convivência saudável com gatos e cães


O Dia Mundial da Infância é celebrado em 31 de março e, diferente do Dia das Crianças, seu propósito é conscientizar pais, responsáveis e a sociedade a refletir sobre o modo como estão sendo desenvolvidos os “adultos de amanhã”, com foco na boa formação social, educacional e de valores de todas as crianças.

A chegada de um pet na vida das crianças pode contribuir na construção de princípios que irão as acompanhar pelo resto de suas vidas. Por exemplo, para ensiná-las a serem responsáveis e para que vivenciem uma relação de lealdade com um animal. A troca entre os pets e os pequenos também aumenta a autoestima infantil, ajuda a criar um senso de responsabilidade e a combater o sedentarismo, dentre outras vantagens para ambos.

A convivência com gatos e cães ajuda no alívio do estresse e é considerada uma fonte de apoio emocional às crianças, além de promover um estilo de vida mais saudável e o desenvolvimento cognitivo e da linguagem. Vale destacar, no entanto, que é importante criar condições ideais para que o pet viva de forma sadia, se sinta feliz, seja sociável e que enriqueça a vida da família e da sociedade.

A ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, defende a posse responsável e estimula a conscientização das responsabilidades e necessidades do pet antes de sua chegada em uma família.

Confira as dicas da Médica-Veterinária Natália Lopes, da ROYAL CANIN®, para saber o que se deve levar em conta na hora de decidir se é o momento certo de aumentar os membros da casa:



- Você sabia que a expectativa de vida de um gato ou cão varia de acordo com a raça e o porte? Para cães pequenos e gatos, a média é de 16 anos, cães médios em média 14 anos, cães grandes, em média 12 anos, e, os cães gigantes, entre 10 e 11 anos. Por isso, é preciso ter em mente que cuidar de um deles demandará compromissos durante toda sua vida. Vale fazer essa pergunta para as crianças antes de optar pela chegada do animal: “Você está pronto para ajudar a cuidar do cãozinho ou gatinho”. Se a resposta for sim, crie uma lista definindo as responsabilidades que serão da criança, seja brincar diariamente, limpar o xixi etc., para que ela participe do processo e tenha noções de compromisso.

- A guarda responsável também inclui o planejamento de cuidados por parte do tutor e custos fixos como uma alimentação adequada, visitas regulares ao Médico-Veterinário, vacinas, cuidados com a higiene, além da necessidade de exercícios, adestramento e brincadeiras. Esse fator deve ser discutido em família para a tomada de decisão.

- Cão, gato ou os dois? Se a família optar por receber um pet em casa, é importante buscar conhecer mais sobre as características de cada espécie para fazer uma escolha com base no cotidiano e realidade do núcleo familiar, assim, a chegada do novo membro será mais consciente e cheia de amor:

> Os gatos tendem a ser mais caseiros. Se você optar por um felino, será necessário, por exemplo, adaptar a casa com telas de proteção e investir em enriquecimento ambiental para que o bichano tenha uma vida segura e saudável.

> Já os cães tendem a ser mais ativos. Se você está estudando a chegada de um cãozinho ao seu lar, dentre os cuidados com o animal estão os passeios diários e os banhos frequentes.

- Por fim, consultar um Médico-Veterinário é um recurso-chave para buscar informações confiáveis. Ele será aliado nos cuidados do pet e pode, até mesmo, recomendar criadores ou ONGs que adotem diretrizes de bem-estar animal.


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